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	<title>::Tuts::Blogando:: &#187; cotidiano</title>
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		<title>Se os mercados não fossem mercados</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 02:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tuts</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito básico de mercado resumidamente, na minha humilde forma de ver, se traduz pelo processo onde pessoas físicas ou jurídicas trocam bens, monetários ou não (me corrijam se eu estiver errado). Não é bem deste mercado que estou falando, quer dizer, não diretamente. Atualmente, nenhum produto ou serviço é “criado” ou disponibilizado se não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-35" title="Mercado" src="http://tutume.net/blogando/wp-content/uploads/2008/12/mercado-300x199.jpg" alt="Mercado" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Mercado</p></div>
<p>O conceito básico de mercado resumidamente, na minha humilde forma de ver, se traduz pelo processo onde pessoas físicas ou jurídicas trocam bens, monetários ou não (me corrijam se eu estiver errado).<br />
Não é bem deste mercado que estou falando, quer dizer, não diretamente. Atualmente, nenhum produto ou serviço é “criado” ou disponibilizado se não for analisado o mercado potencial que ele tem. Esta modelo já existe há muito tempo, e acredito que até a pouco tempo foi muito importante e interessante para a evolução da economia mundial, e claro, das sociedades. Neste modelo é visualizada uma necessidade de consumo em massa, possibilitando a produção em série que, por conseqüência tem uma redução de custos e preços por unidade.<br />
Porém, cada vez mais este modelo está se tornando ultrapassado, sendo restritivo, impedindo a evolução dos produtos e serviços ao ritmo das idéias e novas criações, alem é claro, dos diversos problemas relacionados à poluição, escassez de recursos, trabalho escravo e tantos outros problemas que estamos enfrentamos e irão cresces nos anos que estão por vir.<br />
Estas definições vieram em épocas onde era tudo muito difícil, e as coisas aconteciam muito devagar, o que permitia que este modelo funcionasse de forma relativamente saudável e produtiva.<br />
Já nos dias de hoje, não tenho visto isto ser uma verdade absoluta. Graças às novas tecnologias e diversos recursos de comunicação muito mais eficientes (tomemos a internet como exemplo), a informação, o conhecimento, as idéias, circulam pelo planeta de forma absurdamente mais rápido do que há 10 anos. Isto resulta em uma capacidade evolutiva incrivelmente maior. É a tal globalização!!! Não existem mais fronteiras físicas para o conhecimento!!!<br />
Todo este potencial está sendo barrado por este modelo de mercado que foi consagrado há muito tempo. É preciso mudar!!!<br />
Comecei a escrever este texto antes do estouro da crise financeira, e esta crise é uma prova disto que estou falando.<br />
Solução para isto? Não acredito que alguém tenha a solução, mas é fato que precisamos começar a pensar sobre isto.<br />
Vejo em iniciativas como o GPL (General Public License ou em tradução literal Licença Publica Geral), que é fortemente aplicada no open source (código aberto) e o Creative Commons, como ponta do iceberg para mudanças neste formato dos mercados atuais. Os modelos comerciais baseados no conceito “Open“  demonstram uma grande mudança de paradigma e os resultados estão sendo colhidos com bons frutos.<br />
Claro que nem tudo vai ser baseado nestes conceitos, mas isto demonstra uma grande mudança na forma de pensar em mercados,  que trazem como benefício à evolução de produtos e serviços em uma velocidade muito mais próxima da velocidade em que o conhecimento e as idéias hoje em dia são gerados, sendo saudável e aderente às necessidades da sociedade.</p>
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		<title>Experiência</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jul 2006 02:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tuts</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi hoje este texto por e-mail. No email diz que foi a resposta data por um candidato uma vaga em um processo de seleção de uma grande multinacional. “Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado. Já fiz cosquinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi hoje este texto por e-mail. No email diz que foi a resposta data por um candidato uma vaga em um processo de seleção de uma grande multinacional.<br />
“Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado. Já fiz cosquinha na minha irmã só prá ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés prá fora. Já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo, Já fiz confissões antes de dormir num quarto escuro pro melhor amigo. Já confundi sentimentos, Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já subi escondido no telhado prá tentar pegar estrelas, já subi em árvore prá roubar fruta, já caí da escada de bunda. Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa prá sempre, e voltei no outro instante. Já saí prá caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas. Já corri prá não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente prá ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta-se à parede e grita: “- Qual sua experiência?” Essa pergunta ecoa no meu cérebro:” Experiência…experiência…” Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!<br />
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: “Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?”</p>
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		<title>Cuidado com as finanças pessoais</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Apr 2006 01:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tuts</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que se fala da importância dos cuidados com as finanças pessoais, porém, nem sempre tomamos o devido cuidado. Muitas vezes por relaxo, algumas vezes por falta de tempo para organizar e fazer cálculos, e efetivamente falta de dinheiro. Mas na maioria dos casos, o principal motivo realmente é a falta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que se fala da importância dos cuidados com as finanças pessoais, porém, nem sempre tomamos o devido cuidado. Muitas vezes por relaxo, algumas vezes por falta de tempo para organizar e fazer cálculos, e efetivamente falta de dinheiro. Mas na maioria dos casos, o principal motivo realmente é a falta de conhecimento de detalhes financeiros de como ganhar mais ou perder menos que no trabalho, no banco, ou nos gastos em geral.<br />
Eu venho tentando entender um pouco melhor isto, já faz algum tempo. Claro, existem muitas destas coisas que conseguimos entender, está obvio até em muitos casos. Porém, empresa sabe teorias e métodos para agir e agir, são duas coisas bastante distintas e que só o tempo de maturação é que vai permitir isto.<br />
Portanto, quanto antes começar a pensar, estudar e tentar agir certo para seu futuro financeiro, melhor.<br />
Hoje, com a internet, isto está um pouco mais fácil, pois existem muitos sites especializados em dar este tipo de orientação e apoio, como http://www.sobresites.com/financaspessoais/, http://br.invertia.com/ e http://www.ief.com.br/finanpe.htm.<br />
Ou também existem softwares grátis como vários neste link http://baixaki.ig.com.br/categorias/cat23_1.htm que ajudar a você controlar melhor suas contas. Ou por exemplo o Provedor Terra por exemplo, disponibiliza um software online para os usuários http://www.terra.com.br/cash/.<br />
Enfim, existe muitos recursos disponíveis, basta ter o interesse, e buscar nos sistemas de busca como no Google http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=finan%C3%A7as+pessoais&amp;meta=.<br />
Ou para quem não tem acesso constante a Internet, tem até evento para este publico http://www.expomoney.com.br/sp2006/.<br />
Ou empresas que apesar de terem fins lucrativos, tem boa intenção e oferecem apoio também como a http://www.drnconsulting.com.br.<br />
Vale a pena também dar uma olhada num resumo de orientações que a revista Você S.A. publicou sobre o assunto em questão no endereço http://vocesa.abril.uol.com.br/aberto/online/indice_40_1.shl.<br />
Mas com este monte de sites e informações, que tipo de informação é importante para cada tipo de pessoa? Os portais enchem de informação, alguns falam muito de ações, outros de empresas e grandes valores, e ai você pensa: “mas eu só tenho um salário de R$ 1.000,00 e poupança pequena!?”. É difícil, eu sei bem disto. Mas fazer o que? O negócio é encarar a realidade, aprender ao máximo, tentar filtrar as melhores informações para você no momento e se erguer aos poucos.</p>
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